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100%
Personalizado
fisioterapia especializada
Abordagens especializadas, focadas na causa do problema e em resultados duradouros
Método terapêutico desenvolvido por Philippe Souchard que atua sobre as cadeias musculares responsáveis por alterações posturais — corrigindo a causa, não apenas aliviando os sintomas.
A Reeducação Postural Global (RPG) é um método terapêutico que considera o corpo como um todo integrado, atuando na causa dos problemas posturais e não apenas nos sintomas. Baseia-se no princípio de que o sistema muscular funciona de forma integrada através de cadeias musculares, e que o desequilíbrio numa parte do corpo afeta todo o conjunto.
Utiliza posturas terapêuticas mantidas e progressivas, associadas a controlo respiratório e alongamento global, permitindo corrigir desvios posturais estruturais e disfunções músculo-esqueléticas persistentes.
Cada sessão começa com uma avaliação postural detalhada. O fisioterapeuta identifica encurtamentos musculares e aplica posturas de alongamento mantidas, combinadas com controlo da respiração e correção ativa do alinhamento corporal. O paciente participa ativamente no processo de correção postural.
1 sessão por semana · 45 a 60 minutos por sessão · Programa personalizado conforme necessidades específicas
A RPG é só para problemas de coluna?
Não. Apesar de muito associada à coluna, também é eficaz no tratamento de alterações nos joelhos, ombros, pés, anca e ATM.
Pode ser feita em crianças e adolescentes?
Sim. É especialmente útil em fases de crescimento para corrigir alterações posturais, escolioses ou assimetrias.
As sessões são dolorosas?
Pode existir algum desconforto nos alongamentos prolongados, mas não deve haver dor intensa. O tratamento é sempre ajustado à tolerância do paciente.
Área especializada da fisioterapia dedicada à avaliação e tratamento das disfunções do sistema vestibular — responsável pelo equilíbrio e pela orientação espacial.
Vertigem é a sensação ilusória de movimento — geralmente a impressão de que o ambiente está a rodar ou de que o próprio corpo está em rotação. Pode estar associada a náuseas, desequilíbrio, instabilidade ao caminhar e insegurança nas atividades diárias. Sentir tontura não é normal — e, na maioria das vezes, tem solução quando tratada corretamente.
Nem toda a vertigem é igual. Identificar a causa correta é fundamental para indicar o tratamento adequado. As vertigens podem ter origem periférica (relacionada com o ouvido interno) ou central (relacionada com o sistema nervoso central).
VPPB — a mais frequente
A Vertigem Posicional Paroxística Benigna ocorre quando pequenos cristais de cálcio (otólitos) se deslocam dentro do ouvido interno, estimulando de forma inadequada os canais responsáveis pelo equilíbrio. As crises são intensas e súbitas, de curta duração (geralmente segundos), desencadeadas por mudanças de posição — ao deitar, levantar, virar na cama ou olhar para cima. Apesar do desconforto, é considerada benigna e possui tratamento rápido, eficaz e baseado em evidência científica, realizado por manobras específicas de reposicionamento, sem necessidade de medicação na maioria dos casos.
Outras vertigens periféricas
A neurite vestibular provoca vertigem intensa e prolongada, geralmente associada a um quadro viral. A labirintite surge acompanhada de sintomas auditivos como perda de audição ou zumbido. A doença de Ménière caracteriza-se por vertigem recorrente com zumbido, sensação de ouvido tapado e flutuação auditiva. Nestas situações, a vertigem costuma durar mais tempo e nem sempre está ligada à mudança de posição.
Vertigens de origem central
Estão relacionadas com alterações do sistema nervoso central. Costumam apresentar tontura mais constante, menor relação com movimentos específicos da cabeça, e possível associação com outros sinais neurológicos. Estes casos exigem avaliação criteriosa e, muitas vezes, acompanhamento médico conjunto.
Tontura de origem cervical
Algumas tonturas estão relacionadas com disfunções da coluna cervical, geralmente associadas a dor no pescoço, tensão muscular ou limitação de movimento. A fisioterapia tem papel fundamental no tratamento da causa mecânica.
Porque cada tipo exige uma abordagem específica. A VPPB, por exemplo, não melhora com exercícios genéricos ou apenas com medicação. Outras vertigens podem necessitar de reabilitação vestibular progressiva ou tratamento combinado. Um diagnóstico correto evita tratamentos desnecessários, acelera a recuperação e devolve segurança ao paciente.
Tenho tonturas frequentes. Esta fisioterapia é para mim?
Se sente tonturas recorrentes, sensação de instabilidade ou desequilíbrio ao caminhar, a fisioterapia vestibular pode ser indicada. A avaliação clínica específica é essencial para identificar a origem e determinar a abordagem mais adequada.
Sinto que tudo roda quando me deito ou viro a cabeça. Pode ser tratado?
Sim. Esse sintoma é típico de VPPB — a causa mais comum de vertigem. A fisioterapia utiliza manobras específicas de reposicionamento que, em muitos casos, resolvem o problema rapidamente e sem necessidade de medicação.
Tenho zumbido e perda de audição além da vertigem. É diferente?
Sim. A associação de vertigem com sintomas auditivos como zumbido ou perda de audição pode indicar labirintite ou doença de Ménière, que têm características e abordagem terapêutica distintas da VPPB. A avaliação clínica é essencial.
A minha vertigem já dura há meses. Ainda vale a pena?
Sim. Mesmo em casos crónicos, o tratamento vestibular pode ser eficaz. Quanto mais cedo iniciar, melhor — mas nunca é tarde demais para ser avaliado.
Todas as tonturas têm origem vestibular?
Não. As tonturas podem ter origem periférica (ouvido interno), central (sistema nervoso) ou cervical. A avaliação clínica é essencial para identificar a causa e definir o tratamento correto para cada caso.
Diagnóstico e tratamento especializado das disfunções da mandíbula — dor, bruxismo, limitação oral e cefaleias tensionais associadas.
A ATM é a articulação que liga a mandíbula ao crânio, responsável por mastigar, falar e bocejar. Quando existe uma alteração no seu funcionamento, podem surgir dor, limitação de movimento e sintomas que afetam a qualidade de vida.
Estas alterações podem estar relacionadas com stress, postura incorreta, desequilíbrios musculares ou problemas de oclusão dentária.
Realizamos uma avaliação clínica detalhada que inclui análise da mobilidade mandibular, avaliação muscular e articular, e estudo da relação ATM — coluna cervical — postura.
O tratamento inclui terapia manual, exercícios específicos para aumentar os arcos de mobilidade, correção postural, técnicas de relaxamento muscular e reeducação dos movimentos mandibulares.
Uma intervenção precoce permite prevenir complicações e melhorar significativamente a qualidade de vida.
O tratamento substitui a consulta dentária?
Não. É complementar. Muitas vezes é realizado em articulação com dentista ou ortodontista para resultados mais completos.
Quanto tempo demora a melhorar?
Depende da causa e duração dos sintomas, mas muitos pacientes sentem alívio significativo nas primeiras sessões.
Avaliação, tratamento e prevenção de lesões que afetam músculos, articulações, tendões e ligamentos — com abordagem ativa e centrada na pessoa.
O objetivo não é apenas aliviar a dor — é tratar a causa da disfunção e prevenir recidivas através de uma abordagem ativa e personalizada.
Um dos pilares fundamentais do tratamento: exercícios específicos, prescritos individualmente, com objetivos claros e progressivos.
O processo começa com uma avaliação detalhada: histórico clínico, padrões de movimento, mobilidade e força, postura e limitações funcionais.
A fisioterapia músculo-esquelética privilegia uma abordagem ativa, envolvendo a pessoa no seu próprio processo de recuperação, promovendo autonomia e reduzindo a dependência de tratamentos passivos.
Preciso de fisioterapia se a dor for leve?
Sim. A intervenção precoce previne o agravamento da dor e evita limitações futuras, mesmo em dores leves ou desconfortos posturais.
A fisioterapia dói?
Algumas técnicas podem causar desconforto momentâneo, especialmente em fases de recuperação de lesões. As sessões são sempre adaptadas ao nível de dor do paciente.
Preciso fazer exercícios em casa?
Sim. O exercício fora da clínica é essencial para consolidar resultados e acelerar a recuperação. O fisioterapeuta fornece instruções adaptadas à sua rotina.
Quanto tempo demora para ver resultados?
O tempo varia conforme a lesão, idade e condição física. Alguns pacientes percebem melhora nos primeiros dias, mas a recuperação completa geralmente exige acompanhamento contínuo.
Posso voltar a praticar desporto?
Sim. O objetivo é restaurar funcionalidade, força e equilíbrio para o retorno seguro à atividade física e desportiva.
Avaliação e tratamento das disfunções do pavimento pélvico em mulheres, homens e crianças — ao longo de todas as fases da vida.
Adolescência
Idade fértil
Gravidez
Pós-parto
Menopausa
Os exercícios são apenas Kegel?
Não. O tratamento inclui treino muscular, respiração, postura, relaxamento e estratégias comportamentais. Exercícios de Kegel são apenas uma parte de um plano muito mais abrangente.
Como é feita a avaliação?
Inclui entrevista clínica detalhada, avaliação postural e abdominal e, quando necessário e com consentimento informado, avaliação interna dos músculos pélvicos.
Há avaliação interna nas crianças?
Na grande maioria dos casos pediátricos, não. O tratamento é feito com técnicas externas, jogos terapêuticos, biofeedback e educação comportamental, com participação ativa dos pais.
Estes problemas são comuns em crianças?
Sim. Alterações urinárias e intestinais são frequentes na infância e têm solução. Procurar ajuda precoce facilita e acelera a recuperação.
Intervenção especializada em bebés, crianças e adolescentes — lúdica, segura e adaptada a cada fase do desenvolvimento.
Bebés
Crianças
Adolescentes
Inclui recolha da história clínica com os pais (gravidez, parto, desenvolvimento), observação da postura e movimento, e avaliação suave da mobilidade. A intervenção é sempre lúdica, segura e adaptada à idade.
Os pais têm um papel fundamental: recebem orientações sobre posicionamentos adequados, estratégias para o dia a dia e dicas de manuseamento do bebé.
A intervenção precoce é fundamental para potenciar resultados e prevenir complicações futuras.
A fisioterapia pediátrica inclui exercícios ativos, reeducação motora, fortalecimento muscular e técnicas específicas para cada condição. A osteopatia foca-se numa abordagem global e manual para libertar restrições de mobilidade. São frequentemente complementares no tratamento integrado da criança.
Com que idade uma criança pode iniciar fisioterapia?
A intervenção pode começar desde os primeiros dias de vida, especialmente em casos de risco identificado. Quanto mais precoce for o acompanhamento, melhores tendem a ser os resultados no desenvolvimento da criança.
Que sinais indicam que a minha criança pode precisar de fisioterapia?
Alguns sinais de alerta incluem atraso em marcos do desenvolvimento (como sentar, gatinhar ou andar), assimetrias nos movimentos, dificuldade em manter a postura, quedas frequentes, rigidez ou flacidez muscular, ou dificuldades de coordenação.
Como são as sessões de fisioterapia pediátrica?
As sessões são adaptadas à idade da criança e decorrem num ambiente lúdico e acolhedor. Utilizam-se jogos e atividades específicas para estimular o desenvolvimento motor, tornando o processo terapêutico mais motivador e eficaz.
Os pais podem participar nas sessões?
Sim, a participação dos pais é fundamental. São frequentemente orientados com exercícios e estratégias para dar continuidade ao trabalho em casa, potenciando os resultados da terapia.
A fisioterapia pode ajudar na postura e prevenção de problemas futuros?
Sim. Para além do tratamento, a fisioterapia tem um papel importante na prevenção de alterações posturais e no desenvolvimento saudável ao longo do crescimento.
Reabilitação dedicada a pessoas com alterações do sistema nervoso — AVC, Parkinson, Esclerose Múltipla, lesões medulares e outras condições neurológicas.
A intervenção pode ocorrer em qualquer fase da doença, sempre ajustada à evolução clínica e objetivos individuais de cada pessoa.
Através da estimulação adequada, potenciamos a neuroplasticidade — a capacidade do sistema nervoso de se reorganizar e adaptar através da formação de novas conexões neuronais. Este princípio está na base de toda a intervenção neurológica, permitindo recuperações muitas vezes consideradas impossíveis, em qualquer idade e fase da doença.
A recuperação é possível em qualquer idade?
Sim. A neuroplasticidade está presente durante toda a vida. O sistema nervoso mantém a capacidade de se reorganizar e adaptar, permitindo recuperações significativas mesmo em casos crónicos.
Quando devo iniciar a fisioterapia após um AVC?
Quanto mais cedo, melhor. A intervenção precoce potencia resultados e previne complicações. No entanto, nunca é tarde demais para começar, mesmo meses ou anos após o evento.
Qual a frequência ideal das sessões?
Varia conforme a condição e fase da doença. Geralmente, 2 a 3 sessões por semana nas fases iniciais, com progressiva transição para programas de manutenção.
Prevenção, tratamento e reabilitação das alterações do sistema respiratório — para bebés, crianças, adultos e idosos.
Bebés e Crianças
Intervenção segura e adaptada para aliviar sintomas e acelerar a recuperação em quadros respiratórios agudos ou recorrentes. Técnicas suaves de drenagem, posicionamento terapêutico e educação dos pais para manuseamento adequado.
Adultos
Controlo de doenças respiratórias crónicas, melhoria da tolerância ao esforço, treino muscular respiratório e prevenção de exacerbações. Foco na autonomia e gestão da doença.
Idosos
Manutenção da função pulmonar, redução de complicações associadas à imobilidade, prevenção de pneumonias de aspiração e promoção de maior autonomia nas atividades diárias.
Prevenção, avaliação e tratamento de lesões em atletas e praticantes de exercício — com foco no retorno seguro ao desporto e na melhoria do desempenho.
Atletas amadores ou federados, praticantes de exercício físico regular, equipas desportivas e pessoas que pretendem prevenir lesões, recuperar de forma segura ou melhorar o desempenho desportivo.
O processo começa com uma avaliação funcional completa — análise do movimento, força, flexibilidade, estabilidade, padrões específicos do desporto praticado e histórico de lesões anteriores.
Com base nessa avaliação, é definido um plano individual com objetivos claros e progressivos, que garante a recuperação adequada, minimiza o risco de recidiva e otimiza o retorno à atividade desportiva.
Quando devo procurar fisioterapia desportiva?
Idealmente antes de iniciar uma nova modalidade (avaliação preventiva), após qualquer lesão, ou quando sentir desconforto recorrente durante a prática desportiva.
A fisioterapia melhora a performance?
Sim. Além de tratar lesões, identifica limitações biomecânicas e desenvolve programas para otimizar eficiência motora, prevenir lesões e melhorar resultados desportivos.
Quanto tempo demora o retorno ao desporto?
Depende da gravidade da lesão, do desporto praticado e da resposta individual. O importante é seguir critérios objetivos de segurança, não apenas o tempo decorrido.
Pronto para começar
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Os nossos serviços
Osteopatia
Ana Lopes
Terapia manual que liberta tensões, recupera mobilidade e trata o corpo como um sistema integrado.
Medicina Geral
Nelson Gama
Acompanhamento do estado de saúde, diagnóstico, prescrição e coordenação de cuidados.
Pilates Clínico
Mariana Araújo | Mariana Maciel
Exercício terapêutico supervisionado, adaptado à condição clínica e objetivos de cada pessoa.
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